Hoje é dia de Liga dos Campeões! Lisboa é o centro da Europa do Futebol. Não deixa de ser curioso tendo em conta que estamos a falar da capital mais ocidental de um País que, para muitos, é periférico à Europa.
Todos os caminhos vão dar a Lisboa e mais particularmente ao Estádio da Luz. Os clubes rivais de Madrid enfrentam-se numa Final inédita da Liga dos Campeões e o castelhano é, por estes dias, a língua estrangeira que mais se houve na capital portuguesa.
Se perguntarmos sobre a "Champions", todos, do mais leigo, ao mais entendido, sabe o que é, o que significa, como surgiu e por adiante. Ao fim e ao cabo, é a competição mais importante de clubes. É vista por milhões em milhões de países e gera milhões de receita e de prémios. Por isto e muito mais é apelidada de Prova "Milionária".
Mas e se perguntarmos pela origem do Hino da "Champions"? Talvez nem todos o entendam e saibam como surgiu. Este Hino advém da música clássica e foi uma adaptação feita por Tony Britten da música "Zadok the Priest" do compositor alemão, entretanto naturalizado inglês, Gerorge Frideric Handel. Esta é uma composição musical do Séc.: XVIII e que surgiu como exaltação ao Rei inglês.
Em 1992, a pedido da UEFA (organismo que organiza a Liga dos Campeões) Tony Britten criou a música de abertura para os jogos desta competição. Tony Britten, juntamente com a Royal Philarmonic Orchestra e com o Coro da Academia de St. Martin, criaram o Hino através da música de Handel e deu-lhe um mediatismo sem igual.
Hoje, pelas 19h45 portuguesas, o Estádio da Luz vai "ouvir" o Hino da "Champions".
Nada melhor que um Hino a um Rei para dedicar a Ángel María Villar Llona, mais que espanhol basco de Bilbau amigo de Unai Emery e Lopetegui ou Lotepega-lhe ou a... Cambada basca!
ReplyDeleteSabe como é... Fica tudo em família. A verdade é que desde que este senhor é "dono" da arbitragem da UEFA, Espanha ganha tudo e este ano é tudo espanhol nas competições europeias. Muito conseguiu o Benfica em intrometer-se pelo meio.
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