O ano de 2015 marca o regresso da série cinematográfica Mad Max. Com o cunho de George Miller, o filme mantém-se fiel aos primeiros Mad Max's que remontam aos finais dos anos 70, início da década de 80.
Outrora Mel Gibson, hoje Tom Hardy aceita a estóica herança de carregar o filme pelas estradas furiosas de um qualquer deserto do planeta Terra. Por falar em furiosa, destaque para Charlize Theron, cuja personagem é a imperatriz Furiosa, num papel que, uma vez mais, confirma o talento de uma actriz não raras vezes mais elogiada pela sua beleza (é um facto) do que pelo seu talento.
George Miller trouxe à estrada o regresso de motos, carros, jipes e camiões velhos, ferrugentos mas alterados - a roçar o pindérico mas necessário para tal fidelidade histórica - para perseguições animalescas e bem coreografadas por um território poeirento, inóspito, ao melhor estilo dos Mad Max's de outros tempos.
Imortan Joe é o homem a abater apesar de mais de 85 por cento do filme nos mostrar o contrário; que seria ele a vítima a tentar abater Max (Tom Hardy) e Furiosa.
O filme decorre a um ritmo alucinante, em guerra constante, violento, barulhento, sangrento, mortal (como tem de ser) e prende o espectador ao écran do primeiro ao último minuto.
Belo regresso, que pecou por tardia, de uma série que tinha deixado saudades.
As fitas (filmes) são um imaginário infindável como se o Mundo estivesse sempre no ponto zero. O querido Tom Hardy tinha 2 anos quando foi estreado o primeiro Max Doido e a ainda mais querida Theron tinha 4 anos. Provavelmente conheceram-se no mesmo Jardim Infantil. Ao contrário do Doido Max III que era mais novo 17 anos que a primeira Furiosa "Moderna", a queriducha Tina Turner.
ReplyDeleteAlberto Miguéns